Corrupção e Simbolismo

O quão danoso é a falta de exemplo moral de quem vem de cima, para o resto da sociedade?

Por Luis Cesar Pereira

A atividade política infelizmente foi estigmatizada pelos anos de corrupção seguidos

Um Presidente que aparece diversas vezes na TV incentivando as pessoas à retomarem à atividade econômica, à revelia das recomendações sanitárias. Que sabe muito bem o poder de sua imagem como influência sobre as pessoas. Se a figura máxima do poder brasileiro não dá o exemplo, porquê seus eleitores o dariam?

A corrupção no Brasil foi normalizada e estigmatizada pela classe política e imprensa: Criou se a sensação que o político brasileiro é o símbolo da desconfiança e descompromisso. E essa falta de exemplo não ajuda a limpar a barra da classe. Ainda mais no momento em que vivemos.

A intenção é analisar de um ponto de vista social: A indisciplina do povo brasileiro é notória, pois o Mundo todo já ouviu falar do famigerado “jeitinho”. A incapacidade de seguir algumas regras, o excesso delas de forma inútil e um povo que enfrenta uma crise econômica e uma desigualdade histórica não favorecem criação de uma boa compostura tupiniquim.

Não é uma justificativa, longe disso. Mas essa situação, aliado à falta de exemplo de quem mais deveria ser exemplar ,valendo -se do bom senso, ajudam a entender a situação. É um caso de corrupção mais difícil de se combater.

Essa é quase sistemática e pode ser hereditária. Uma corrupção moral. Demonstrada desde o topo até a base. Base essa responsável direto pela atual forma desse topo. Algo danoso. Em diversos sentidos. Político, imagético, comercial…

Corrupção não são apenas dólares na cueca ou cifras milionárias em paraísos fiscais. Está também no comportamento, na formação individual de um cidadão. Precisa ser vista desde esse ponto, para que não ele não seja mais um no longo hall de simbolismos negativos.

O Mundo de amanhã

Haverá um antes e um depois da Pandemia causada pela Covid-19. Tal qual Cristo, ela mudou o mundo. A questão é saber que Mundo será esse

Covid 19 ilustrada. Doença é altamente contagiosa e ainda não têm cura ou tratamento

Não é a primeira vez na história da Humanidade que ela enfrenta uma epidemia. Na Idade Média, em um Mundo diferente do de hoje, veio a Peste Negra, uma doença de proporções bíblicas, com alta capacidade de contágio e milhões de vítimas(Não se sabe ao certo, mas os números vão entre 75 e 200 milhões de pessoas, entre 1347 e 1351)

Depois tivemos a Gripe Espanhola, no início do século 20, com mais milhões vítimas e um caos social instalado. O Influenza H1N, em 2011, é um exemplo mais recente. A humanidade sempre esteve e estará sob risco de vírus mortais, não conhecidos pela ciência. Isso é um fato. Mas tivemos um “depois” de todas essas tragédias.

Com uma taxa de letalidade na média mundial de 6,8%(Fontes: Scientific American, em reportagem de 08/06/20) muito se curaram e a necessidade de retomar a economia e as atividades cotidianas falou mais alto. É discutível se é imprudente, cedo demais ou até criminoso a volta do comércio, público em atividades esportivas, abertura de parques e afins. O novo normal está aí com seus primeiros ensaios.

Mas e psicologicamente falando? Estaremos mais atentos ao que consumimos, aos cuidados diários até que uma cura se prove eficaz? Pouco mais de 3 meses de isolamento e a população de maneira indisciplinar volta a se aglomerar, questiona o conhecimento científico e questiona o porquê de não houver uma abertura total.

O novo Mundo exige o uso de máscaras, privação de beijos e abraços e, principalmente, muito respeito e incentivados financeiros e políticos à ciência. Estrutura de ponta, melhores salários e valorização da figura do profissional de saúde. Sem isso, entramos num Mundo novo, mas com os mesmos defeitos de outrora e que somados à negligência e a ignorância nos trouxeram um saldo de milhares de mortos e economias inteiras no fundo do poço.

As doenças que estão no meio natural e ainda são desconhecidas são inevitáveis. É uma batalha biológica e uma necessidade de vigilância eterna que a Ciência terá de travar para se mininizar os impactos de futuras enfermidades. Mas pra isso ela precisa de apoio e respeito.

Que entremos num nada admirável mundo novo(Peço licença poética à Aldous Huxley) mas sem os lamentáveis defeitos do antigo. Defeitos esse que nos empurraram num caminho mais difícil do que deveria ser.

Indisciplina sintomática

População Brasileira jamais cumpriu de verdade um isolamento social rígido e necessário para não alastrar a doença.

Grande movimentação de pessoas em uma rua de São Paulo, capital.

Por Luis Cesar Pereira

20/06/2020

Um povo sem consciência, sem bons exemplos e com autoridades representantes condizentes com o desleixo, o despreparo e a dificuldade em seguir regras. Não poderia dar certo mesmo.

“A população brasileira é parcialmente culpada pelas suas próprias mazelas.” Tenho a pretensão de dizer que essa frase se encaixa em diferentes momentos na História e se referindo a diversos tipos de problemas. O atual, de ordem sanitária, não tem cura e tratamento, mas poderia ser mitigado.

Com uma taxa de adesão ao lockdown abaixo de 50%, medidas pra frear a propagação do coronavírus começaram a ser tomadas em março por instituições de forma lateral. Ações coordenadas e prévias por parte do Governo federal? Nunca houveram. Aliás nunca houve País algum que dispensou dois titulares de um Ministério da saúde em plena pandemia. Esse exemplo a gente não precisava. Mas merecíamos.

Castigo divino, ação proposital da China, as teorias são fartas. Assim como as soluções pra se evitar a morte de quase 50.000 brasileiros(números mais recentes no momento da escrita desse texto e desconsiderando as subnotificações): Medidas pra garantir uma boa renda aos brasileiros pelo tempo que for e uma postura de apoio à ciência. Na prática não tivemos nenhuma.

O pagamento do auxílio emergencial instituído pelo Governo gerou filas e confusões nas agências da caixa econômica país afora. As boas medidas vieram da parte dos governos estaduais e municipais, com o fechamento do comércio não essencial, parques e restrições na circulação em aeroportos e rodoviárias.

Veio tarde. E o descompasso das ações cobrou seu alto e doloroso preço. O vírus é implacável, principalmente com quem não pode cumprir o isolamento por estar em um serviço essencial ou por precisar trabalhar.

A indisciplina citada no título logo veio na forma de lobby para uma precoce reabertura do comércio. Pressões políticas com certeza. Mas há quem compre pra alimentar quem vende: Shoppings lotados por um povo que não precisava estar ali. Meras voltinhas que geram aglomeração arriscando um efeito cascata na saúde pública

Psicologicamente, vc poderia até compreender: O povo está impedido de ter uma vida normal há 3 meses, a convivência em casa tem gerado conflitos como agressões e até feminicidios. Gente que não suporta mais olhar um pro outro e que precisa esplanecer: Os shoppings “oferecem” isso. Um alívio que suplanta o bom senso que o momento pediria.

Palavra tem poder. E o discurso do chefe do executivo sempre foi de menosprezo ao coronavirus e desleixo com as vítimas. O Brasil parece uma grande casa de Família em que se o “Pai” não dá exemplo, não serão os filhos que o darão.

Indisciplina sintomática. Porque passear e se reunir é mais importante do viver e ter consciência. O fundo do poço está dentro da mente da nação.

Hitler venceu

O líder do Partido Nazista em uma de suas inúmeras fotos no auge do poder alemão

Nos seus sonhos mais extremos, Hitler talvez tenha pensado em deixar como legado sua ideologia impregnada no imaginário de muitos. E ele conseguiu. Porque idéias perseveram mais do que a carne humana.

É preciso entender o contexto em que a Alemanha e seu povo estavam inseridos: A auto estima abalada, a economia destruída, um país humilhados pelas condições do Tratado de Versalhes, desemprego, muito o que se reconstruir. E é dos escombros que surgem os oportunistas.

Adolf Hitler foi um soldado que lutou no fronte alemão durante a primeira guerra mundial(1914-1918), um rapaz austríaco, de excelente retórica e tino para a política. Hitler queria ser artista, porém seu pedido para entrar na Academia de Artes de Viena foi recusado. Participou da primeira guerra não pelo exército de seu país natal, mas sim pelo alemão, e chegou a ser condecorado pela bravura demonstrada em combate.

Ao ingressar no recém criado partido nazista, Logo se percebeu em Hitler um talento em se comunicar e através de conexões e da força crescente de sedução que o Partido Nacional socialista dos trabalhadores alemães- abreviado Nazista, Logo viu se apontado como Chanceler pelo então Presidente Paul Von Hinderburg e não demoraria a aplicar um golpe de estado: Nascia ali a Alemanha Nazista de Hitler e florescia o Reich de mil anos que o Ditador sonhava.

O resto da história o mundo sabe: Suas ambições militares comecaram com a tomada da Áustria e as expansões para a Tchecoslováquia e a França, porém a força conjunta dos aliados e o fracasso na invasão à União Soviética(rompendo um tratado de não agressão) imprimiram pesadas derrotas para o exército alemão, que se viu na condição de mal poder defender seu próprio território em 1945. No bunker subterrâneo aonde se escondia, Hitler viveu seus últimos dias antes do suicídio e do fracasso de uma Alemanha racialmente pura.

Mas e se não for tarde demais? Qual é o tamanho da força da ideologia alemã no imaginário mundial? Erguer os braços em saudação e se manifestar politicamente favorável ao Nazismo é crime, mas seus adeptos continuam por aí, espalhados mundo afora e num momento propício para colocar as mangas de fora.

Num Mundo cada vez mais individualista, fechado e preconceituoso, e mediante toda a instabilidade política, econômica e sanitária que vivemos, qual é a capacidade da velha retórica supremacista se escancarar cada vez mais e levar pessoas à atos extremos em pleno século 21?

O Führer e o exército alemão tombaram e o mundo se viu livre do Império Nazista. Mas será que suas ideias também foram definitivamente derrotas? Ou ela sempre andará à espreita, aguardando o momento certo pra se alimentar da intolerância alheia? Sou pessimista. Penso que Hitler venceu. Idéias podem ser resistentes ao tempo. Torçamos para que elas apodreçam e não voltem nunca mais.

Voltar ao Futebol é necessário?

Que o povo anseia por ver seus clubes em ação e assistir Futebol de qualidade, isso é óbvio. Mas será essa a hora certa ou uma precipitação?

Haaland comemora um gol no jogo do Dortmund: Ver o Signal Iduna Park sem a sua Muralha Amarela é chocante

Por Luis Cesar Pereira

Foram quase 3 meses sem ver a bola rolar em praticamente todo o Mundo. À exceção de países negacionistas, todo o Mundo do Futebol parou devido à pandemia. Mas logo o conflito entre uma precaução sanitária e a volta à normalidade se estabeleceria.

Há pouco mais de 15 dias, A Alemanha deu o pontapé inicial na nova normalidade. Historicamente, a disciplina e a organização da sociedade alemã é maior do que a de seus vizinhos e, com a pandemia mais controlada pelo Governo de Ângela Markel, A Bundesliga pode retomar sua temporada. Das 5 grandes ligas europeias, ela foi a primeira. O Campeonato Francês foi encerrado. As outras aguardam um desfecho.

Meu intuito é trazer o debate: Deveríamos voltar às atividades esportivas com a pandemia provocando mais doentes e mortos? Pontos precisam ser considerados. No Ocidente Europeu, o pico do contrário já foi superado e medidas de distanciamento social foram no geral bemrespeitadas pela população. No entanto, Itália, Espanha, Reino Unido e França, pra citar exemplos, pagaram caro pelo desleixo com o contágio e uma tardia preocupação. Logo, se o mal não foi superado, como pensar em retornar à nossa prévia rotina?

Há um lobby por parte de patrocinadores, donos dos clubes e outros integrantes pela volta do esporte. Há interesses e dinheiro sendo perdidos e atrasados, além de uma psicólogica necessidade dos torcedores de ver suas equipes jogarem e ter um alento em meio ao temor da Pandemia.

Com essas razões apresentadas, o conflito segue. Com a volta na Alemanha e datas de retorno já definidas e especuladas na Espanha, Itália e Inglaterra, o fã de esportes poderá, mesmo que à distância rever o melhor do Futebol. E com o retorno de tais ligas, é de se esperar um efeito dominó em ligas menores na Europa(Ignoro as ligas da Bielorrússia e Nicarágua, pois os governos desses países tiveram uma postura errática desde sempre com a Covid-19).

Mas não nos animemos. A realidade é outra aqui na América do Sul, principalmente no Brasil. E com a postura negacionista do Presidente, a adesão tímida ao isolamento social e uma tensão social, política e econômica latente, o País não deveria pensar em retomar suas atividades à curto prazo. Mas, aqui o bom senso está sendo suplantado pela necessidade do lucro. Se a falta de exemplo e a desorganização vem de cima, como pensar em termos o nosso velho Futebol nesse novo mundo pós pandemia?

Como fica a cultura cinematográfica em meio à Pandemia

Perdas financeiras enormes, adiamento e cancelamento de produções de filmes e séries agitam a Meca do Cinema Mundial

Por Luis Cesar Pereira

Blockbusters, filmes indie, documentários… Tudo que envolve um grande contingente de pessoas precisou ser adiado ou cancelado. A bilionária indústria cinematográfica estadunidense sofre um pesado baque. E precisa se reinventar Hollywood na pandemia

Os maiores afetados, financeiramente falando, são os grandes estúdios como Disney, Universal e Warner, pois suas milionárias produções já finalizadas não podem ser lançadas no Cinema(Filme da Viúva Negra adiado para Novembro) e os que estavam em produção tiveram de ser paralisadas em razão do alto contágio da Covid 19


A palavra chave do problema é aglomeração. Para um filme da Marvel poder sair do papel é necessário um grande esforço de profissionais como operadores de câmera, atores extras , produtores e etc. Essa reunião de pessoas em um mesmo espaço só geraria uma maior capacidade de proliferação da doença.


No entanto, para se adequar a essa nova realidade e mitigar perdas, novas soluções estão sendo pensadas. Hollywood já trabalha com a possibilidade de equipes reduzidas, A nova realidade do cinema traria produções totalmente caseiras, uma testagem prévia dos envolvidos na produção e a preferência por pessoas que já contraíram e se curaram da doença, pois assim riscos de contágio e transmissão seriam bem menores.

Diretores como Steven Soderbergh encabeçam um movimento propondo soluções para lidar com essa nova realidade. A saber se grandes atores e atrizes, os mais bem pagos, também se submeterão à essa nova realidade. Soderbergh propõe especificamente tramas caseiras, sem grandes cenários típicos de filmes grandes e sem o uso do CGI.

Sobre isolamento, aflições e desânimo


Não importa muito a hora que você acorde, vai dormir ou se fez ginástica: Sua rotina mudou. Sabe aquela raiva por chegar 10 min atrasada ou o lamento pelo dia não ter mais horas para você dar conta de todas as tarefas? Isso nunca fez tanta falta.

Particularmente, ainda me considero ativo em casa e com aulas virtuais da Faculdade, porém, a mente sabe que tem algo de errado e responde na forma de bloqueios criativos, mau humor e melancolia.


Não tenho a pretensão de comparar sofrimentos pois sei que que está na linha de frente vive um mundo à parte do meu, mas posso afirmar que essas mentes alheias estão tão modificadas quanto à minha.


Termino, sendo bem suscinto, perguntando: Como anda a sua mente? Melhor ou pior, focada ou dispersa, só posso afirmar com toda a certeza de uma quarentena, que ela está diferente.

117 años de pasión

Atlético de Madrid y Champions League: Un casamiento aún sin un final feliz para nosotros Colchoneros.¿ Lo tengaremos un día?

No lo pude sentir desde niño. No puede cantar de llenos plumones: “Yo me voy a Manzanares, al Estadio Vicente Calderón…”. No nací del Atléti. Ni de Madrid, Ni mesmo Español.

Esta no es mi lengua materna. Hablo Portugués. Desde Brasil. Sólo vi el Atléti jugar desde Internet y televisión. Asistí Lo cabezazo de Diego Godin darnos el trofeo de La liga después de 18 longos años. Vi el arrebate precioso de Diego Ribas contra el Barça que nos dio la vaga para las semifinales de La Champions en 13-13. Champions esta que perderíamos ante el Madrid, nuestro eterno y odioso rival.

Pero también he visto triunfos. Momentos inolvidables. Todos muy lejos, aún que acerca en corazón e ganas. No puedo irme al Vicente Calderón, aún no pudi venir al Metropolitano, ver Cholo y su plantilla de acerca. ¿Quien sabe un día, sí?

Enquanto isso, Felicitaciones, Atléti. Feliz cumpleaños por tantos años derrochando coraje y corazón. Gracias por existir. Y por hacer mi vida más soportable. Gracias por Luis(Será solamente una coincidencia el ídolo máximo del clube tener lo mesmo nombre que este que escribe para vosotros?), pelos Brasileños Vavá, Leivinha y Luis Pereira. Por existir.

Saudades do que vivemos

As sociedades querem retomar a vida de antes. Seus prazeres e rotina. Mas será que deveríamos mesmo ter o mesmo Mundo de volta?

Grande movimentação em uma rua de São Paulo, capital.

Acordar, escovar os dentes, tomar um banho, um café da manhã e ir trabalhar. Repita esse procedimento de segunda a sexta, no mínimo(Nada incomum se for de segunda à sábado). Com poucos sorrisos no rosto e prazer em estar fazendo aquilo só esperando a chegada do final de semana.

Agora, se vendo privado dessa rotina. Sentimos saudades até mesmo de reclamar de pessoas e situações. Porque essa é a nossa rotina. Logo, você só queria ter o que vivia antes. Mas será que devemos(ou voltaremos) a ter uma vida normal?

Porque ter a rotina de volta provavelmente significa ocupar se com seu mundo, com sua bolha, ignorar o morador de rua, fofocar no intervalo do trabalho e reclamar da vida através de memes. Enquanto isso, os tão elogiados governadores e prefeitos, por exemplo, poderão voltar a pensar so no seu futuro político, O presidente com seus planos escusos e o meio ambiente se degradar com a volta da demanda e a intensa circulação humana.

Estamos assistindo nesse ínterim de confinamento forçado a diminuição das atividades de fábricas, uso de transportes públicos e da atividade turística, a reaparição de espécies de animais há muito não vistas, uma melhor qualidade do ar e da água e etc. Considere o bem que isso faz ao planeta e às espécies animais que aqui estavam antes da aurora da humanidade…

Acha mesmo que devemos voltar ao que era antes? Ou talvez seja hora da raça humana repensar sua abusiva relação com a flora e a fauna, seu sistema econômico e suas bolhas sociais? Do contrário, não haverá mais tempo para pensar. Aproveitemos esse momento reflexivo e histórico que vivemos. Pode não haver outras chances.

Exercite o seu cérebro

Atividades que aguçam os sentidos da visão e audição e melhoram a capacidade de atenção são boas dicas

Exercitar a mente é tão importante quanto o corpo

Completamos pouco mais de 1 mês de confinamento e isolamento social. Poucos serviços, só os considerados essenciais, continuam funcionando. Nossas possibilidades de entretenimento são escassas(Se vc mora perto da praia ou da floresta, ainda pode caminhar pelo calçadão ou pegar uma trilha…) Porém, para a maioria só resta as paredes de casa.

E é pra você que especialmente eu escrevo. Você pode expandir o seu mundo sem sair de casa: Deixo um compilado de matérias, podcasts e visitas virtuais à museus à vontade:

https://www.nexojornal.com.br/index/2020/03/20/Desacelere-conte%C3%BAdos-para-diminuir-o-ritmo-aprender-e-expandir-seus-horizontes-informativos?utm_medium=Email&utm_campaign=BoletimCoronavirus&utm_source=nexogeral

Não precisa devorar tudo de uma só vez. Há muito material para passar a Quarentena e você deve fazer no devido tempo que lhe dê prazer. Particularmente, eu tenho momentos de desânimo, raiva e solidão provocados pelo isolamento. Isso lhe ajudará a ocupar a mente, expandir seus conhecimentos e atravessar esse momento com mais facilidade. Divirta-se. E lembre que uma mente saudável reverbera no corpo e nas relações sociais, eu diria.

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